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	<title>UNTITLED</title>
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		<title>Rumando para A Tempestade [Conto]</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 11:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Paes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Autobiografia]]></category>
		<category><![CDATA[Barco]]></category>
		<category><![CDATA[Capitão]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
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		<category><![CDATA[Tempestade]]></category>

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		<description><![CDATA[- Em frente marujo! A ordem pegou-o de surpresa. - Estamos rumando em direção à tempestade, capitão! A voz do marujo era trêmula, as ondas aumentavam, o vento já castigava as velas. Os monstros marinhos beliscavam o convés. - Eu disse em frente! Terra firme é sempre após a tempestade! E o marujo, ainda hesitante, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="float:right; margin:0 0 10px 15px; width:240px;">
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		</p><div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>- Em frente marujo!</p>
<p>A ordem pegou-o de surpresa.</p>
<p>- Estamos rumando em direção à tempestade, capitão!</p>
<p>A voz do marujo era trêmula, as ondas aumentavam, o vento já castigava as velas. Os monstros marinhos beliscavam o convés.</p>
<p>- Eu disse em frente! Terra firme é sempre após a tempestade!</p>
<p>E o marujo, ainda hesitante, foi preparando as velas, enquanto via o vulto de ondas gigantes formando-se no horizonte escuro.</p>
<p>- A embarcação é pequena capitão. Não conseguiremos atravessar as ondas. Seremos engolidos pelo mar! Ou algo pior! Ainda temos tempo de dar meia volta!</p>
<p>O Marujo temia tudo a essa altura. O Mar, a chuva, o vento, os monstros que ele tanto ouvira falar. Nada mais poderia lhe fazer acreditar que conseguiriam.</p>
<p>- Seguiremos!</p>
<p>Disse convicto o capitão. Que soava confiante apesar do olhar nervoso e concentrado que lançava ao horizonte enquanto mantinha o leme firme e a nau no prumo, no rumo.</p>
<p>- &#8230;</p>
<p>E o silêncio do marujo não era nada senão puro terror.</p>
<p>Algumas horas, ou dias, ou anos passaram-se para que a embarcação conseguisse cruzar a tempestade. Mas, eventualmente tudo deu certo. Algumas velas com pequenos rasgos. Um mastro trincado. Mas tudo estava bem. A Nau seguia em mar aberto e navegando em frente. Fosse frente qualquer direção, já que não existem pontos de referência no horizonte do oceano.</p>
<p>- Capitão. Como é estar convicto de algo tão incerto como navegar por uma tempestade? Como imaginar terra firme chegando quando olhamos para frente e só enxergamos nuvens escuras? Como é possível não temer os monstros marinhos ?</p>
<p>O marujo estava calmo, aliviado. Sentia-se grato por estar vivo, e na verdade, nunca sentira-se tão vivo.</p>
<p>- Veja marujo, não há como saber, eu nunca estive convicto do nosso sucesso, mas tinha certeza que devíamos enfrentar nosso destino. Só o que podemos é sonhar. Sonhamos que tudo ficará bem. Colocamos nossa fé nos deuses que protegem os navegantes, seguramos firme o leme e seguimos. Navegar é o importante marujo, navegar em frente&#8230;</p>
<p>A voz do capitão era calma, quase doce. Ele soava paternal e ao mesmo tempo tão próximo, que era como se o próprio marujo estivesse pronunciando as palavras.</p>
<p>- Mas capitão, desculpe-me. Não consigo acreditar. Poderíamos ter tentado voltar. O mar parecia mais calmo olhando para trás. Poderíamos tentar atracar naquele porto anterior se chegássemos antes da tempestade!</p>
<p>O marujo era inquisidor, gostava de racionalizar. Era curioso apesar de ser medroso. O capitão gostava disso. E pensou por alguns instantes, em silêncio, antes de responder.</p>
<p>- Meu bom marujo. Essa tempestade iria nos alcançar&#8230; Ou, eventualmente, acabaríamos enfrentando outra. Sempre haverão tempestades, qualquer que seja a direção. Tempestades, e monstros, e ondas, e ventos. Voltar não significa estar seguro, voltar também é uma direção a se navegar, só que não nos leva a lugar nenhum senão os que já estivemos.</p>
<p>O capitão tomou fôlego, deu um trago de rum, pensou mais um pouco e concluiu.</p>
<p>- Existem as calmarias e as tempestades. E o sentido de tudo é sempre navegar marujo. Levar essa nau ao próximo porto, encontrar terra firme. E terra firme é sempre em frente, sempre logo após a linha do horizonte. Controlamos o leme, ajustamos as velas, contornamos as ondas e navegamos. Pois o mar, esse nós nunca haveremos de controlar&#8230;</p>
<p>O marujo sentiu os raios do sol nascente brotando no mar, tocando seu rosto. Olhou para o sol logo em frente, na direção em que seguiam. E teve certeza que terra firme estaria mesmo logo adiante. E sentiu-se feliz por poder navegar&#8230;</p>
<p>(Esse é um conto autobiográfico, que fala de minha vida no último um ano&#8230; e talvez no futuro também. Mas acho que serve para todos de alguma maneira, ou em algum momento. Nós somos a nau. Nosso cérebro, racional, é o marujo. Nosso coração, nosso espírito, é o capitão. E a vida&#8230; a vida é o mar por onde haveremos de navegar.)</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Diablo III &#8211; Assista o Cinematic e Se Desespere</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Apr 2012 15:29:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max Sparsbrod</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geek]]></category>
		<category><![CDATA[Animação]]></category>
		<category><![CDATA[Blizzard]]></category>
		<category><![CDATA[Cinematic]]></category>
		<category><![CDATA[Diablo 3]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre gostei de jogos de estratégia, até mais do que jogos em primeira pessoa. Quando me deram um CD com Diablo II em 98 ou 99 não me lembro bem, fiquei fascinado. Joguei Diablo por um bom tempo e sempre gostei da jogabilidade e dos gráficos do jogo. Ele não chegava e me dar medo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="float:right; margin:0 0 10px 15px; width:240px;">
		<img src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cultura-abril2012-diablo.jpg" width="240" />
		</p><div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Sempre gostei de jogos de estratégia, até mais do que jogos em primeira pessoa. Quando me deram um CD com Diablo II em 98 ou 99 não me lembro bem, fiquei fascinado. Joguei Diablo por um bom tempo e sempre gostei da jogabilidade e dos gráficos do jogo. Ele não chegava e me dar medo, mas me incitava a curiosidade em querer sempre descobrir o que vinha depois. Aquela cítara árabe tocando de vez em quando, bem ao fundo do som do game, tinha um ar sinistro e até hoje me lembro daquelas cenas quando jogava com o bárbaro. Isso já faz mais de 10 anos.</p>
<p>O tempo passa, o tempo voa e cá estamos em 2012 e eis que quem é vivo sempre aparece. E estamos de volta com Diablo III. Pelo pouco que vi, já fiquei louco com essa nova versão, que traz o melhor em gráficos e o visual de Warcraft III. Como faz tempo que joguei, não me lembro bem se os personagens são exatamente os mesmos. Só sei dizer que agora temos o bárbaro, o feiticeiro, o arcanista, o monge e o caçador de demônios.</p>
<p>Essa semana, lançaram as duas versões do cinematic, dublado em português. A dublagem não está de toda ruim, mas o sotaque carioca do demônio é de lascar. Assista e se desespere. Ainda acho que vai dar um filme :-)</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/crywf0_yl4Y?rel=0" frameborder="0" width="540" height="304"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/BEnr0fnbUNw?rel=0" frameborder="0" width="540" height="304"></iframe><br />
&nbsp;</p>
<h2>A versão original em inglês</h2>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/Y9mUe5vHYzs?rel=0" frameborder="0" width="540" height="304"></iframe></p>
<p>&nbsp;</p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Como o Google Pesquisa a Internet Inteira em Apenas Meio Segundo</title>
		<link>http://www.untitled.com.br/scitech/como-o-google-pesquisa-a-internet-inteira-em-apenas-meio-segundo</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Apr 2012 11:00:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max Sparsbrod</dc:creator>
				<category><![CDATA[SciTech]]></category>
		<category><![CDATA[WebX]]></category>
		<category><![CDATA[Algoritmo]]></category>
		<category><![CDATA[Ferramenta de Busca]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[Matt Cutts]]></category>
		<category><![CDATA[Search Engine]]></category>
		<category><![CDATA[SEO]]></category>

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		<description><![CDATA[Meio segundo é o que o Google leva para retornar uma pesquisa por uma palavra que você digita em seu campo de busca. Nos bastidores, um poderoso algoritmo trabalha para trazer os resultados mais relevantes para você. Nesta segunda-feira, o Google lançou um vídeo que explica a ciência por trás da ferramenta de busca mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="float:right; margin:0 0 10px 15px; width:240px;">
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		</p><div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Meio segundo é o que o Google leva para retornar uma pesquisa por uma palavra que você digita em seu campo de busca. Nos bastidores, um poderoso algoritmo trabalha para trazer os resultados mais relevantes para você. Nesta segunda-feira, o Google lançou um vídeo que explica a ciência por trás da ferramenta de busca mais importante do mundo.</p>
<p>Matt Cutts, engenheiro chefe da equipe de desenvolvimento de software do Google Webspam, detalha nesse vídeo como o Google vasculha a Internet diariamente para trazer os melhores resultados para os usuários.</p>
<div class="woo-sc-quote"><p><em>&#8220;Existem três coisas que você precisa fazer para ser a melhor ferramenta de busca do mundo. Primeiro, você precisa rastrear a web de uma forma bastante abrangente e profunda, depois você precisa classificar os resultados e enfim, retornar os mais relevantes em primeiro lugar&#8221;</em>, disse Cutts.</p></div>
<p>Só para você ter uma ideia de todo o processo, o Google dá muita ênfase na ordem das palavras. Por exemplo, se você pesquisar pela cantora &#8220;Katy Perry&#8221;, o Google irá procurar resultados com essas duas palavras próximas uma da outra e não as palavras separadamente, uma aqui e outra ali, mesmo estando em uma mesma página. Encontrar o equilíbrio certo entre a reputação de um site, seu conteúdo, a palavra pesquisada e os links apontando para este site é o segredo. Segundo Matt Cutts, <em>&#8220;Esse é o molho secreto&#8221;</em>.</p>
<p>Bem, assistam ao vídeo e vocês irão entender melhor do que estamos falando. Acredito que depois dessas dicas, você vai pensar em seu site de outra forma. Enquanto isso, nós aqui da UNTITLED, trabalhamos para conquistar essa sonhada reputação ;-)</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/KyCYyoGusqs?rel=0" frameborder="0" width="540" height="304"></iframe></p>
<p>Via: <a title="Mashable" href="http://mashable.com/" target="_blank">Mashable</a><br />
Conheça: <a title="Matt Cutts" href="http://www.mattcutts.com/blog/" target="_blank">Matt Cutts</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Blogar É Como Sexo [Infográfico]</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2012 11:00:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max Sparsbrod</dc:creator>
				<category><![CDATA[WebX]]></category>
		<category><![CDATA[Blog]]></category>
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		<description><![CDATA[Calma, não fiquem chocados com o título. Blogar é uma profissão muito trabalhosa e você precisa de muito amor (e disciplina) para escrever todos os dias. Tem que ter paixão! E eu sou louco com a UNTITLED. Se lerem suas origens, verão que ela começou no início da Internet no Brasil, em 1996. De lá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="float:right; margin:0 0 10px 15px; width:240px;">
		<img src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/webx-abril2012-004.jpg" width="240" />
		</p><div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Calma, não fiquem chocados com o título. Blogar é uma profissão muito trabalhosa e você precisa de muito amor (e disciplina) para escrever todos os dias. Tem que ter paixão! E eu sou louco com a UNTITLED. <a title="A Origem da UNTITLED" href="http://www.untitled.com.br/a-untitled" target="_blank">Se lerem suas origens</a>, verão que ela começou no início da Internet no Brasil, em 1996. De lá pra cá foram muitas aventuras e no início, jamais sonharia em trabalhar com uma plataforma de gerenciamento de conteúdo, como a deste blog. Aliás, jamais sonharia em ter um blog, pois essa palavra sequer existia.</p>
<p>Encontrei esse infográfico na <a title="Bit Rebels" href="http://www.bitrebels.com/" target="_blank">Bit Rebels</a> e logo me interessei por ele. Não exatamente pelo sexo, claro. Mas porque ele mostra algumas coisas que venho dizendo a tempos. Uma delas é sobre toda empresa ter seu próprio blog, como canal de interação com seus clientes. A outra, é com relação a frequência de publicação dos artigos. Quanto mais um blog é atualizado, mais será valorizado pelo tio Google (e pelos leitores). Vejam a <a title="Mashable" href="http://mashable.com/" target="_blank">Mashable</a> e a <a title="Gizmodo" href="http://gizmodo.com" target="_blank">Gizmodo</a> por exemplo. Temos também excelente referências no Brasil como o <a title="Brainstorm9" href="http://www.brainstorm9.com.br/" target="_blank">BrainStorm9</a> e o <a title="Tecnoblog" href="http://tecnoblog.net/" target="_blank">Tecnoblog</a>. As atualizações estão acima de 3 artigos por dia. A Mashable tem 30!</p>
<p>Ainda estamos longe de uma grande frequência de atualizações, mas acredito que um dia chegaremos lá. É exatamente como falei acima. Tem que ter amor pelo que se faz, amor pelo blog, tem que amar escrever. Blogar só pelo &#8220;dinheiro&#8221; é como pagar&#8230; Bem, acho que você já entendeu o que eu quero dizer. Veja o infográfico abaixo ;-)</p>
<p><a href="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/info-BlogginLikeSex.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1079" title="Blogar é Como Sexo" src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/info-BlogginLikeSex-e1335213473248.jpg" alt="" width="535" height="1724" /></a></p>
<p>Via: <a title="Bit Rebels" href="http://www.bitrebels.com/" target="_blank">Bit Rebels</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Salve UNTITLERS! A Nova UNTITLED Chegou!</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 22:55:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max Sparsbrod</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A velha UNTITLED foi inaugurada em 1º de maio de 2008. Embora estejamos para completar 4 anos, ficamos parados por 3 anos e mais um bocado de meses. Tempo demais para justificar tanto desleixo, mas a bem da verdade, fui cuidar de outro blog meu, o Super Empreendedores e acabei deixando este projeto de lado. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="float:right; margin:0 0 10px 15px; width:240px;">
		<img src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/03/untPhoenixAwake.jpg" width="240" />
		</p><div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>A velha UNTITLED foi inaugurada em 1º de maio de 2008. Embora estejamos para completar 4 anos, ficamos parados por 3 anos e mais um bocado de meses. Tempo demais para justificar tanto desleixo, mas a bem da verdade, fui cuidar de outro blog meu, o <a title="Super Empreendedores" href="http://www.superempreendedores.com/" target="_blank">Super Empreendedores</a> e acabei deixando este projeto de lado. Depois, por vergonha mesmo, ficava sem jeito de retomar a UNTITLED. O tempo foi passando, a tecnologia evoluindo e nada de criar coragem para recomeçar. Ensaiava uma retomada e desanimava em seguida. Meu espírito perfeccionista me impedia de encontrar o &#8220;blog ideal&#8221;. Fiquei incontáveis meses procurando por um sistema que fizesse jus ao que eu tinha imaginado. No fim, descobri que não existe um sistema gerenciador de conteúdo perfeito. Well&#8230; laught.</p>
<div id="attachment_718" class="wp-caption aligncenter" style="width: 545px"><a href="http://www.untitled.com.br/comportamento/salve-untitlers-a-nova-untitled-chegou/attachment/untolduntitled" rel="attachment wp-att-718"><img class="size-full wp-image-718" title="Old UNTITLED" src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/03/untOlduntitled-e1332809681414.jpg" alt="" width="535" height="445" /></a><p class="wp-caption-text">Print da home page da velha UNTITLED</p></div>
<p>O problema &#8211; pensava &#8211; não era começar a escrever e sim, em continuar escrevendo. Manter um blog minimamente profissional não é tarefa fácil, principalmente quando você está sozinho na empreitada. Exige muita disposição, conhecimento da plataforma, de social media, network, paciência e principalmente, força de vontade para trabalhar com afinco, escrevendo bons textos, quando os resultados estão a milhas de distância. Como brincou meu amigo <a title="Guilherme Paes" href="http://www.untitled.com.br/equipe" target="_blank">Guilherme</a>, é um trabalho para <a title="Jasão e os Argonautas" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Argonautas" target="_blank">Jasão e seus Argonautas</a>.</p>
<p>Então, em uma fatídica manhã de domingo (não foi num domingo e nem em uma fatídica manhã), decidi procurar por ajuda para o projeto no Facebook, afinal, um blog de uma pessoa só não faz verão, assim como a <a title="A Nau Argo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Argo" target="_blank">Argo</a> não navegou sozinha. E graças ao destino, encontrei alguns heróis das letras, que estavam doidos para apresentar seus pensamentos ao mundo. Superei meu impulso perfeccionista e decidi &#8220;botar a roda pra girar&#8221;. Um mês depois e a UNTITLED está de volta. E para marcar nosso retorno, nada melhor do que a imagem da <a title="Phoenix" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fênix" target="_blank">Phoenix</a>, símbolo máximo do renascimento, ilustrando este post reinaugural e a arte principal do blog, bem ali no topo da página. Se seu monitor tem uma resolução superior a 1024 pixels de largura, poderá visualizar melhor a imagem.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1088" title="Nuremberg Chronicles Phoenix" src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Nuremberg-Chronicles-Phoenix.jpg" alt="" width="535" height="702" /></p>
<p>A &#8220;nova UNTITLED&#8221; não mudou apenas esteticamente, como todo o seu conteúdo foi repensado. Alguns dos canais mudaram de nome devido a similaridades com a blogosfera americana, como o antigo canal que se chamava PopCrunch e passou a se chamar simplesmente, &#8220;Cultura&#8221;. Perdeu a graça eu sei, mas evito futuros problemas com a utilização indevida do nome de um blog famoso. Foram incluídos mais dois canais, o Trips, um canal de viagens de aventura, típicas de &#8220;mochileiros&#8221; que ficam em albergues e barracas ao invés de hotéis, e o canal de gastronomia nerd, o Gastronerdemia. Afinal, nerds também gostam &#8211; e precisam &#8211; comer bem. E não estou falando de McDonald´s e companhia limitada. Muito pelo contrário. Este novo canal pretende dar dicas simples, mas muito bacanas de alimentação saudável.</p>
<p>Resumindo, confiram como o blog ficou organizado agora:</p>
<ol>
<li>Canal GateJet (gadgets) = Agora é o canal Geek (gadgets e utilidades geeks e nerds);</li>
<li>Canal PeopleWare (comportamento) = Agora é o canal Comportamento;</li>
<li>Canal PopCrunch (cultura) = Agora é o canal Cultura;</li>
<li>Canal TecnoScience (ciência e tecnologia) = Agora é o canal SciTech;</li>
<li>Canal WebX (Internet) = Continua o canal WebX;</li>
<li>O novo Canal Trips (viagens de aventura);</li>
<li>O novo Canal Gastronerdemia (gastronomia para nerds).</li>
</ol>
<p>Essa organização não é fixa e novos canais poderão surgir conforme &#8220;o andar a carruagem&#8221;. Alguns deles nem estrearam ainda, mas prometemos conteúdo em breve.</p>
<p>Agora também temos uma equipe de editores. Um pessoal pra lá de bacana que topou abraçar a ideia logo de cara e está me ajudando com o conteúdo da nova UNTITLED. Para evitar repetir tudo de novo, <a title="Conheça a Equipe" href="http://www.untitled.com.br/equipe" target="_blank">cliquem aqui para conhecer a equipe</a>. Em breve também abriremos espaço para colaboradores, portanto, se você gosta de escrever, escreve bem e tem conteúdo para publicar, fique atento!</p>
<p>Depois de um mês operando, eu precisava de uma apresentação especialmente criada para explicar nosso objetivo, apresentar nossas ideias. Espero que gostem de nossa nova casa. O tapetinho <em>welcome</em> já está na porta e o café já está no fogo. Seus comentários serão sempre bem-vindos.</p>
<p>Vamos embarcar marujos, a <a title="A Nau Argo" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Argo" target="_blank">Argo</a> está partindo para mais uma aventura!</p>
<p>Imagem: <a title="Phoenix na Wikimedia" href="http://commons.wikimedia.org/" target="_blank">Wikimedia</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como Era A Computação Gráfica na Década de 70</title>
		<link>http://www.untitled.com.br/scitech/como-era-a-computacao-grafica-na-decada-de-70</link>
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		<pubDate>Mon, 23 Apr 2012 11:00:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max Sparsbrod</dc:creator>
				<category><![CDATA[SciTech]]></category>
		<category><![CDATA[3D]]></category>
		<category><![CDATA[Computação Gráfica]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria Cinematográfica]]></category>
		<category><![CDATA[Key Frame]]></category>
		<category><![CDATA[Marceli Wein]]></category>
		<category><![CDATA[Nestor Burtnyk]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu devo estar meio saudosista, mas quando vi esse vídeo na Gizmodo Brasil não resisti. Até porque fui um usuário iniciante do 3D Studio quando ele ainda era instalado sobre o DOS com disquetes. Bons tempos. Este vídeo de 1971 do Conselho Nacional de Pesquisas do Canadá, mostra como era árduo o trabalho de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="float:right; margin:0 0 10px 15px; width:240px;">
		<img src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/SciTech_abril2012_KeyFrame02.jpg" width="240" />
		</p><div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Eu devo estar meio saudosista, mas quando vi esse vídeo na <a title="Gizmodo Brasil" href="http://www.gizmodo.com.br/" target="_blank">Gizmodo Brasil</a> não resisti. Até porque fui um usuário iniciante do 3D Studio quando ele ainda era instalado sobre o DOS com disquetes. Bons tempos.</p>
<p>Este vídeo de 1971 do <a title="The National Research Council (NRC)" href="http://www.nrc-cnrc.gc.ca/eng/index.html" target="_blank">Conselho Nacional de Pesquisas do Canadá</a>, mostra como era árduo o trabalho de um designer gráfico. Com um software chamado <em>Key Frame</em>, Marceli Wein e Nestor Burtnyk mostram como se fazia para produzir uma pequena animação em 3D (ou quase isso).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1071" title="Animação em 2D Criada com o Software Key Frame" src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/SciTech_abril2012_KeyFrame.jpg" alt="" width="535" height="400" /></p>
<p>Wein e Burtnyk foram os desenvolvedores desse software, o primeiro programa para animações em 2D e 3D e por isso mesmo, são considerados os pais da computação gráfica. Em 1997 foram premiados com um Oscar pela sua contribuição revolucionária à indústria do cinema.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/EPIE_h8jf6E?rel=0" frameborder="0" width="540" height="396"></iframe></p>
<p>Via: <a title="Gizmodo Brasil" href="http://www.gizmodo.com.br/" target="_blank">Gizmodo Brasil</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Plastic Galaxy: Um Documentário Sobre Os Brinquedos de Star Wars</title>
		<link>http://www.untitled.com.br/cultura/plastic-galaxy-um-documentario-sobre-os-brinquedos-de-star-wars</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Apr 2012 03:10:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max Sparsbrod</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Geek]]></category>
		<category><![CDATA[Brinquedos]]></category>
		<category><![CDATA[Colecionáveis]]></category>
		<category><![CDATA[George Lucas]]></category>
		<category><![CDATA[Kenner Toys]]></category>
		<category><![CDATA[Plastic Galaxy]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>

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		<description><![CDATA[Ainda me lembro bem daquele momento. No final de tarde, depois das aulas, enquanto minha mãe nos levava de volta pra casa de carro, eu e mais um amigo que morava próximo. Enquanto voltávamos, meu amigo começou a me contar sobre um filme que assistiu no cinema no final de semana, um tal de Guerra [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="float:right; margin:0 0 10px 15px; width:240px;">
		<img src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/geek-abril2012-001.jpg" width="240" />
		</p><div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Ainda me lembro bem daquele momento. No final de tarde, depois das aulas, enquanto minha mãe nos levava de volta pra casa de carro, eu e mais um amigo que morava próximo. Enquanto voltávamos, meu amigo começou a me contar sobre um filme que assistiu no cinema no final de semana, um tal de Guerra no Espaço, nas Estrelas (ele não lembrava direito). Contou sobre as aventuras de um &#8220;moleque&#8221; (ele também não lembrava o nome do Luke Skywalker) que morava em um &#8220;buraco&#8221; no deserto, etc etc etc. Perguntei se haviam &#8220;monstros&#8221; (na época eu não falava alienígenas ou ET´s) e ele concordou, dizendo que haviam &#8220;vários&#8221;.</p>
<p>Acho que nem preciso dizer que fiquei fascinado com a estória que ouvi, pois eu gostava tanto de monstros quanto de seres de outros planetas, e aquele filme parecia juntar as duas coisas e muito mais. Mesmo ele tendo me contado o filme inteiro &#8211; spoiler pouco é bobagem &#8211; não perdi o interesse (muito pelo contrário) e não parei de chatear os meus pais enquanto um dos dois não me levasse ao cinema. O único &#8220;problema&#8221; é que eu estava abaixo da idade permitida, 10 anos (eu tinha 7 pra 8), mas nada que Papai não desse um jeito. Dias depois, em um sábado, fomos eu, meu Pai e mais um outro amigo mais velho ao Cine Bristol, na Avenida Paulista. Era 1978. Sim, naquela época, os filmes chegavam com atraso ao Brasil.</p>
<p>Quando Star Wars chegou aos cinemas americanos em 1977, trouxe para o público uma galáxia inteira repleta de heróis, vilões, robôs incríveis, naves espaciais e uma variedade absurda de vida alienígena. Só que quando as luzes do cinema se acendiam, adeus fantasia. Claro, se você tivesse os brinquedos&#8230; E então aconteceu.</p>
<blockquote><p>1977 Kenner Products negotiates license for Star Wars property, which goes on to become the company’s most powerful toy success.</p></blockquote>
<p>Star Wars &#8211; <em>leia George Lucas</em> &#8211; inaugurou um fato até então inédito no cinema, a venda de souvenires. Brinquedos e mais brinquedos foram vendidos, desde 1977 até hoje, criando uma legião de colecionadores e influenciando gerações de novos fãs todos os anos. Nos anos 70, eu não me lembro de ver brinquedos de Star Wars na lojas, até porque eu não ia muito em shoppings, mas eu ganhei da minha mãe um disco de vinil com toda a trilha sonora do filme, o que é motivo de orgulho pra mim. Cheguei a ter algumas revistinhas e um álbum de figurinhas, mas infelizmente não sobrou nenhum pra contar história.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1047" title="Disco de Vinil de Star Wars - Aberto" src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/DiscoVinil-StarWars-Album-e1334885866687.jpg" alt="" width="535" height="261" /></p>
<p>Plastic Galaxy é um novo documentário que explora justamente esse mundo fantástico dos brinquedos de Star Wars. Através de entrevistas com antigos funcionários da <a title="Kenner Toys" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Kenner" target="_blank">Kenner Toys</a><span style="color: #ff0000;">*</span>, com especialistas, criadores e colecionadores, o filme explora a história dos brinquedos, sua influência na cultura pop e o sentimento fervoroso de alguns fãs da saga.</p>
<p>Os realizadores do filme &#8211; eles mesmos colecionadores dos brinquedos &#8211; viajaram por toda a América em busca das coleções mais incríveis. Plastic Galaxy não só está cheia de brinquedos, como também nos mostra alguns protótipos, brinquedos estrangeiros e até alguns produtos que jamais sonhamos existir.</p>
<p>Criado para fãs antigos e novos colecionadores, o filme Plastic Galaxy está agendado para lançamento em DVD em novembro deste ano. O documentário também estará disponível para compra online. Segundo os produtores do filme, o DVD será região zero e tocará em reprodutores de qualquer país. Resta agora torcer para que saia também uma versão com legenda em português. Alô <a title="Conselho Jedi de São Paulo" href="http://www.conselhosp.com/site/" target="_blank">Conselho Jedi</a>!!! Can you hear me???</p>
<h2>A long time ago in a galaxy far, far away&#8230;</h2>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/DPktegyXP0Q?rel=0" frameborder="0" width="540" height="304"></iframe></p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">*</span>Nota do Editor:</strong> A Kenner Toys foi o fabricante oficial dos brinquedos de Star Wars, de 1977 até 1987, quando foi comprada pela Tonka que continuou com o legado. Em 1991 a Tonka foi comprada pela Hasbro, que continua a fabricar os brinquedos de Star Wars até hoje.</p>
<p>Imagem: <a title="Recon87" href="http://recon87.deviantart.com/" target="_blank">Recon87</a><br />
Via: <a title="Geek Tyrant" href="http://geektyrant.com/" target="_blank">GeekTyrant</a><br />
Conheça: <a title="Plastic Galaxy: A Documentary About Star Wars Toys" href="http://www.kickstarter.com/projects/1939691921/plastic-galaxy-a-documentary-about-star-wars-toys" target="_blank">Plastic Galaxy Project</a>, <a title="Plastic Galaxy Movie" href="http://www.plasticgalaxymovie.com/" target="_blank">Plastic Galaxy Movie</a> e <a title="Kenner Collector" href="http://www.kennercollector.com/kenner-history/" target="_blank">Kenner Collector</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<title>Uma Conversa de Silêncios [Conto]</title>
		<link>http://www.untitled.com.br/cultura/uma-conversa-de-silencios-conto</link>
		<comments>http://www.untitled.com.br/cultura/uma-conversa-de-silencios-conto#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Apr 2012 10:30:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Paes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Prosa Poética]]></category>
		<category><![CDATA[Romance]]></category>
		<category><![CDATA[Separação]]></category>
		<category><![CDATA[Silêncio]]></category>

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		<description><![CDATA[Ele queria dizer que sentia muito, que sabia o quanto a havia magoado. Mas balançou a cabeça e soltou: - Você não entende mesmo&#8230; Ela, na verdade, pouco se importava com a razão. Não fazia questão de estar certa ou errada. Mas sua réplica foi: - Porque sou sempre eu que tenho que entender ? [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="float:right; margin:0 0 10px 15px; width:240px;">
		<img src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cultura-abril2012-007.jpg" width="240" />
		</p><div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Ele queria dizer que sentia muito, que sabia o quanto a havia magoado. Mas balançou a cabeça e soltou:</p>
<p>- Você não entende mesmo&#8230;</p>
<p>Ela, na verdade, pouco se importava com a razão. Não fazia questão de estar certa ou errada. Mas sua réplica foi:</p>
<p>- Porque sou sempre eu que tenho que entender ?</p>
<p>Era como se dissessem exatamente o contrário do que queriam, como se houvesse alguém traduzindo seus pensamentos, mas da forma errada.</p>
<p>Ele pensou em beija-la. Deixar as malas no meio da sala e agarrá-la, seria um beijo que ela nunca esqueceria, mas com suas palavras decretou:</p>
<p>- Então é melhor que eu vá mesmo. Não acho que vamos nos entender nunca&#8230;</p>
<p>Ela, orgulhosa como era, queria só que ele a abraçasse. Nunca admitiu que realmente gostava dele, do seu carinho, do seu cuidado. Mas com sua típica frieza, disse-lhe num tom que nem ela reconhecia:</p>
<p>- Nós somos muito diferentes. Você sempre soube disso. E eu avisei que eu sou difícil, eu sou assim mesmo&#8230;</p>
<p>Ele escutou calado pela enésima vez algo que não fazia diferença. Durante todo o tempo ele soube que ela era &#8220;assim mesmo&#8221;, e quis dizer que gostava dela &#8220;assim mesmo&#8221;. Que ela era meiga e o encantava. Mas as únicas palavras que encontrou foram:</p>
<p>- É, você é assim mesmo, e nunca vai evoluir, melhorar ou querer ser uma pessoa melhor. E ainda assim eu gostava de estar com você.</p>
<p>Para ela a conjugação do verbo &#8220;gostar&#8221; no passado doeu como uma facada. Ela tinha certeza que não era verdade. Queria lhe pedir que ficasse. Arrancar o orgulho do peito, e chorar no colo dele por uma semana inteira. Mostrar-se enfim frágil. Mas foi o mais inflexível que pôde em suas poucas palavras.</p>
<p>- É como as coisas são. Melhor você ir. Adeus.</p>
<p>Ele queria desabar. Pedir perdão. Propor a ela que fugissem, que de alguma forma sumissem no mundo, para tentar de novo, longe de todos, mas aceitou as palavras e finalizou:</p>
<p>- É&#8230; Adeus</p>
<p>Saiu da casa, fechou a porta atrás de si com todo o cuidado. E eles nunca mais se viram ou se falaram.</p>
<p>Os dois queriam dizer a mesma frase, que uma vez não dita, morreu ali no ar. Uma frase eternamente não pronunciada. Um &#8220;Eu te amo&#8221; que morreu à míngua, numa conversa onde o que era importante, estava sendo dito pelo silêncio.</p>
<p>Ele guardou a frase numa gaveta. Ela jogou no lixo.</p>
<p>Imagem: <a title="Arethas" href="http://arethas.deviantart.com/" target="_blank">Arethas</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Geek ou Nerd &#8211; Afinal Em Que Mundo Você Está? [Infográfico]</title>
		<link>http://www.untitled.com.br/comportamento/geek-ou-nerd-afinal-em-que-mundo-voce-esta-infografico</link>
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		<pubDate>Wed, 18 Apr 2012 10:00:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Max Sparsbrod</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[WebX]]></category>
		<category><![CDATA[Geek]]></category>
		<category><![CDATA[Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[Star Trek]]></category>
		<category><![CDATA[Star Wars]]></category>

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		<description><![CDATA[Apple ou PC? Assembler ou Fortran? Arqueologia ou astronomia? Star Wars ou Star Trek? Invariavelmente, você sempre acabará chegando em uma encruzilhada e se perguntando se é isso ou aquilo. Ainda mais se o &#8220;ser ou não ser&#8221; é a questão. Confuso? Calma, seus problemas acabaram! Veja nesses divertidos infográficos, se o seu mundo é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="float:right; margin:0 0 10px 15px; width:240px;">
		<img src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/webx-abril2012-003.jpg" width="240" />
		</p><div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Apple ou PC? Assembler ou Fortran? Arqueologia ou astronomia? Star Wars ou Star Trek? Invariavelmente, você sempre acabará chegando em uma encruzilhada e se perguntando se é isso ou aquilo. Ainda mais se o &#8220;ser ou não ser&#8221; é a questão. Confuso?</p>
<p>Calma, seus problemas acabaram! Veja nesses divertidos infográficos, se o seu mundo é o dos nerds ou o dos geeks. Claro que não dá para levar ao pé da letra, mas pelo menos você dará bos risadas. E no final das contas, acredito que o &#8220;x&#8221; da questão nem é ser isso ou aquilo, afinal, de médico e de louco, todo mundo tem um pouco ;-)</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Anatomy-Of-Geeks-And-Nerds.jpg" target="_blank"><img class="size-full wp-image-1028 aligncenter" title="A Anatomia  dos Geeks e dos Nerds" src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Anatomy-Of-Geeks-And-Nerds-e1334721822806.jpg" alt="" width="535" height="709" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/info-geeks-vs-nerds.jpg" target="_blank"><img class="aligncenter size-full wp-image-1029" title="Geeks versus Nerds" src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/info-geeks-vs-nerds-e1334722064764.jpg" alt="" width="535" height="3222" /></a></p>
<p>Via: <a title="Bit Rebels" href="http://www.bitrebels.com/" target="_blank">Bit Rebels</a> e <a title="Geek Tyrant" href="http://geektyrant.com/" target="_blank">Geek Tyrant</a></p>
</div>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A Ficção Científica Que Virou Realidade &#8211; Parte 3</title>
		<link>http://www.untitled.com.br/cultura/a-ficcao-cientifica-que-virou-realidade-parte-3</link>
		<comments>http://www.untitled.com.br/cultura/a-ficcao-cientifica-que-virou-realidade-parte-3#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 15 Apr 2012 11:00:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Guilherme Paes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[SciTech]]></category>
		<category><![CDATA[Asimo]]></category>
		<category><![CDATA[Blade Runner]]></category>
		<category><![CDATA[Eu Robô]]></category>
		<category><![CDATA[Futurologia]]></category>
		<category><![CDATA[Harrisson Ford]]></category>
		<category><![CDATA[Homem Bicentenário]]></category>
		<category><![CDATA[Isaac Asimov]]></category>
		<category><![CDATA[Karel Capek]]></category>
		<category><![CDATA[Leis da Robótica]]></category>
		<category><![CDATA[Robôs]]></category>
		<category><![CDATA[Robótica]]></category>
		<category><![CDATA[Tears in The Rain]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom, vamos à terceira parte desta série de artigos. Desta vez falarei de outra invenção, que ainda não se tornou realidade da forma como foi imaginada pelos autores de ficção, mas que caminha a passos largos nessa direção. Novamente percebe-se como o pensamento criativo destes autores, quando olhado de perto, pode parecer realmente como um exercício [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="float:right; margin:0 0 10px 15px; width:240px;">
		<img src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cultura-abril2012-006.jpg" width="240" />
		</p><div id="HOTWordsTxt" name="HOTWordsTxt"><p>Bom, vamos à terceira parte desta série de artigos. Desta vez falarei de outra invenção, que ainda não se tornou realidade da forma como foi imaginada pelos autores de ficção, mas que caminha a passos largos nessa direção. Novamente percebe-se como o pensamento criativo destes autores, quando olhado de perto, pode parecer realmente como um exercício de “futurologia”.</p>
<h2>Isaac Asimov e os Robôs</h2>
<p>O russo-americano Isaac Asimov é considerado um dos mais prolíficos escritores de todos os tempos, tendo produzido mais de 500 livros. Professor de bioquímica, foram os livros de ficção que fizeram a fama do pai da robótica. Isso mesmo, estamos falando do autor que não só foi o pai do conceito de robôs como os conhecemos como do cara que inventou as “três leis da robótica” (daqui a pouco falamos mais sobre isso). Foi Asimov quem inventou o próprio termo robótica.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1010" title="A Peça de Teatro RUR de Karel Capek" src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/RUR-by-KarelCapek.jpg" alt="" width="535" height="845" /></p>
<p>A palavra “Robô” foi utilizada pela primeira vez em 1921 pelo escritor Tcheco <a title="Karel Capek" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Karel_%C4%8Capek" target="_blank">Karel Capek</a>. Ela veio da palavra Tcheca “robota”, que significa “trabalho forçado”.  A peça de teatro que fazia uso do termo passava-se dentro de uma fábrica que criava “pessoas artificiais”, que eram produzidas para trabalhar para as “pessoas reais”. Os robôs da peça, eventualmente, se rebelam e a guerra que se segue acaba com o final da raça humana. (Sim, você já viu isso antes).</p>
<p>Em 1942, na história “<a title="Isaac Asimov - Runaround Short Story" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Runaround" target="_blank">Runaround</a>” Asimov utilizou pela primeira vez o termo robótica e listou as três leis da robótica, que tratam das regras básicas que todo robô deve seguir. Em ordem de prioridade elas são:</p>
<ol>
<li>Robôs não podem machucar os humanos ou deixar que eles se machuquem.</li>
<li>Robôs devem obedecer aos humanos.</li>
<li>Robôs devem se proteger, a não ser que isso conflite com as duas primeiras leis.</li>
</ol>
<p>Sim, você já viu isso antes também, muitos sucessos de bilheteria de Hollywood foram baseados em obras de Asimov e nos conceitos que ele criou.</p>
<p>O filme “Eu, robô” de 2004 é inspirado nas histórias onde Asimov tratava da lógica de suas leis, suas implicações e interpretações. Outro sucesso, “O Homem Bicentenário” de 1999 foi escrito utilizando a obra “O Homem Positrônico” como fonte. Filmes mais antigos como “Robocop” e as leis que o andróide deveria seguir (no filme) derivam do pensamento de Asimov também.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1009" title="Livros sobre Robôs de Isaac Asimov" src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/IsaacAsimovRobotBooks.jpg" alt="" width="535" height="450" /></p>
<p>Robôs humanóides como os imaginados por Asimov ainda não são exatamente realidade, mas robôs que mudaram o funcionamento da indústria, como nas grandes empresas automotivas, já são utilizados há algum tempo em larga escala.</p>
<p>O que mais me fascina nas histórias de ficção com robôs, não só nas obras de Asimov, mas na maior parte das obras de ficção subseqüentes sobre o tema, a melancolia das máquinas sempre se torna um desejo de vingança contra a raça humana. Seja por falhas nas leis (&#8220;Eu, robô&#8221;), seja por necessidade de sobrevivência (como em “Matrix”) ou por simples ganância de poder (como em “O Exterminador do Futuro”).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1018" title="Sentinela de Matrix" src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Matrix-Sentinel.jpg" alt="" width="535" height="357" /></p>
<p>As obras de ficção sobre robôs normalmente colocam o homem no dilema de “criador”, e os robôs inteligentes acabam se tornando, na criativa mão de seus autores, pequenos simulacros de humanidade que invariavelmente são utilizados nessas obras para trazer questionamentos filosóficos sobre nossa própria humanidade à tona.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1019" title="Exterminador do Futuro" src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/Terminator.jpg" alt="" width="535" height="384" /></p>
<p>Talvez o maior exemplo disso seja o filme “Blade Runner”. Que mostra a história de “formas artificiais” de vida (chamadas de replicantes) que foram criadas para trabalhar para a raça humana, e que tem um reduzido tempo de vida, apenas 4 anos. No filme o replicante Roy e um grupo de fugitivos tenta encontrar seu criador enquanto é perseguido por um caçador de andróides. Ao encontrar seu criador, o replicante Roy, que já estava próximo do final de sua curta vida exige mais tempo do criador, que o conta sobre a impossibilidade disso. Ele traz então uma questão extremamente humana para seu criador (antes de matá-lo) <em>“Porque precisamos saber que vamos morrer?”</em>. Trazendo isso para a realidade, somos a única forma animal que tem consciência da própria morte. Muitos filósofos se dobraram sobre o tema por toda uma vida.</p>
<p><iframe src="http://www.youtube.com/embed/a_saUN4j7Gw?rel=0" frameborder="0" width="540" height="304"></iframe></p>
<p>O discurso final deste filme, o solilóquio do replicante Roy conhecido como <em>“tears in the rain”</em>, é considerado até hoje o mais comovente discurso “antes da morte” do cinema. No discurso ele cita as coisas fantásticas que viveu e presenciou no seu curto tempo de vida, apenas para concluir, como todos nós humanos concluímos um dia <em>“&#8230;Todos estes momentos estarão perdidos no tempo, como lágrimas na chuva. Hora de morrer&#8230;”.</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1013" title="O Robô Asimo" src="http://www.untitled.com.br/wp-content/uploads/2012/04/AsimoRobot.jpg" alt="" width="535" height="350" /></p>
<p>Ainda que estejamos ligeiramente longe de ver simulacros humanos andando nas ruas, as questões filosóficas que a robótica nos trouxe, no papel de criadores, servem até mesmo para nos fazer mais humanos.</p>
<p>Enfim. Concluo aqui, de forma mais melancólica esse capítulo dessa série. No próximo pretendo discutir previsões da ficção científica que fogem do campo de tecnologia. E depois devo concluir esta série no que eu espero que não seja um solilóquio tristonho, mas quem sabe seja épico, como o do replicante Roy.</p>
<p>Beijos e abraços a todos, até a próxima!</p>
<p><strong>Nota do Editor:</strong> em 6 de abril fez 20 anos da morte de Isaac Asimov. Um VIVA a esse grande escritor!</p>
<p>Imagens: <a title="Wikimedia Commons" href="http://commons.wikimedia.org/wiki/Main_Page" target="_blank">Wikimedia Commons</a>, <a title="Open Library" href="http://openlibrary.org/" target="_blank">Open Library</a>.<br />
Leia também: <a title="A Ficção Científica Que Virou Realidade – Parte 1" href="http://www.untitled.com.br/cultura/a-ficcao-cientifica-que-virou-realidade-parte-1" target="_blank">A Ficção Científica Que Virou Realidade – Parte 1</a> e <a title="A Ficção Científica Que Virou Realidade – Parte 2" href="http://www.untitled.com.br/cultura/a-ficcao-cientifica-que-virou-realidade-parte-2" target="_blank">Parte 2</a>.</p>
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