Dificuldades de aprendizagem na infância
12, Abr, 2008 | Publicado em PeopleWare | 55 Comentários | por Tereza Machado
Vou falar sobre um dos problemas que mais atemorizam pais e as próprias crianças: falta de aprendizagem escolar. Em primeiro lugar, vamos distencionar ao ler o artigo, relaxe os ombros, mexa cabeça, gire seu pescoço, pensa que é brincadeira? Falo muito sério. Pelos anos de experiência que vivi como Diretora Pedagógica Escolar e exercendo também a Psicopedagogia Institucional era o que mais me chamava a atenção a angústia, a tensão que as famílias encaravam as dificuldades educacionais de seus pequenos. Principalmente na época da alfabetização formal, vejo que não é somente a criança que se encontra em processo de alfabetização, toda a família se preocupa, se desgasta em acompanhar o filho, por vezes, trilhar o caminho da alfabetização que acaba se tornando, para alguns, o Caminho das Pedras.
Quando a criança vem cedo para a Escola, os profissionais da Educação têm mais tempo para detectar se a criança possui algum problema, seja do mais simples,por exemplo,visão ou audição até alguns mais complicados como a dislexia ou a temida Hiperatividade que tem várias causas,embora sejam crianças muito inteligentes, não têm a aprendizagem condizente com o grau de inteligência.
São casos e mais casos que abarrotam salas de Coordenadores Pedagógicos que encaminham estas crianças para Neurologistas, Oftalmologistas, Otorrinolaringologistas, Psicólogos, Psicopedagogos e Fonoaudiólogos.
Muitos pais vinham a minha procura nas Escolas por onde passei, ansiosos querendo saber o que poderiam fazer para ajudar seus filhos,sempre respondi: - SENDO PAIS! Criança em casa precisa de Família que a ajude a se organizar, ser cuidadosa com seu material, que lhe eduque, lhe coloque limites e lhe dê muito carinho. É essa a fórmula principal da Família que quer ajudar seu filho na escola, fazer com que ele aprenda a ser responsável, assíduo e pontual, que faça seus deveres de casa. Mas, pára por aí. O desgaste que observava em algumas famílias com crianças que tinham dificuldade de aprender era impressionante, muitos pais acham que os filhos têm preguiça de estudar, porque não entendem que hoje em dia o “estudar” que ele conheceu na escola MUDOU RADICALMENTE! Não dá para se ensinar uma criança para ONTEM, isto é passado.
Precisamos ensinar nossas crianças para um Futuro que desconhecemos como será. Temos algumas idéias de que tipo de Homem precisamos formar para ter sucesso no FUTURO: ser criativo, responsável, aprender a aprender sozinho, ter iniciativa, saber trabalhar em equipe, saber ouvir mais do que falar. Essas são algumas características que a maioria dos teóricos em Educação e Profissionais de Educação consideram como indispensáveis em qualquer sociedade do futuro.
A criança nasce potencialmente pronta para aprender. A falta de aprendizagem é SINTOMA de que algo não vai bem com esta criança. Pais, deixem a educação escolar para ser trabalhada pela Escola, procurem a Equipe Pedagógica para esclarecer qualquer dúvida. Se forem aconselhados a levar seu filho a um especialista, não demorem, qualquer atraso pode redundar em fazer essa criança perder um ano, repetir um ano. Já está provado que repetir um ano escolar derruba qualquer auto-estima infantil. Afinal quem gosta de ser REPROVADO em qualquer situação da vida até hoje, como adulto?
Ninguém melhora com reforço negativo. Saibam que um REFORÇO POSITIVO vale mais que vinte reforços negativos. Brigar com uma criança que tem dificuldade na aprendizagem é quase uma covardia, ela não é preguiçosa, o que o seu corpinho demonstra em se espreguiçar, abrir a boca, pedir para beber água ou ir ao banheiro é um pedido de SOCORRO, “alguém me entenda, por favor? Não estou entendendo nada!”.
Por isso, prezado leitor, é necessário que se escolha bem em que escola vai matricular seu filho, que Teoria de Aprendizagem a escola segue, se é tradicional, se é construtivista, sociointeracionista, montessoriana. Por vezes, a criança que tem problemas escolares numa determinada escola, basta mudar para outra que cessam todos os sintomas descritos acima.
Prezado leitor, se manifestar desejo em se aprofundar mais nesse assunto, é só escrever, eu farei a continuidade do tema.

1, Maio, 2008 às 12:19 am(#)
Olá!
1, Maio, 2008 às 6:16 pm(#)
Oi, Ludmilla
Obrigada pela leitura do artigo.
Grande abraço,
Tereza
2, Maio, 2008 às 11:24 am(#)
QUERIDA TEREZA TUDO O QUE ESCREVEU É A PURA VERDADE.
EU QUANDO TINHA 9 ANOS POR PERDER MEU PAI OS PROFESSORES IRIAM ME PASSAR DE ANO MAS MINHA MAE NÃO DEIXOU E FEZ QUESTÃO QUE EU REPETISSE AQUELA SÉRIE POIS ELA OBSERVOU QUE EU NADA TINHA APRENDIDO PELO FATO DA PERDA.
NA ÉPOCA FIQUEI COM RAIVA MAS HOJE EU ENTENDO QUE FOI UMA ATITUDE CORRETA DE MINHA MAE.
O ACONPANHAMENTO CARINHOSO DOS PAIS AJUDA MUITO OS FILHOS.
PENA QUE HOJE O ESTUDO NA REDE PUBLICA SEJA TÃO FRACO.
MUITAS DAS COISAS QUE HOJE SEI DEPOIS DE QUASE 25 ANOS LONJE DOS LIVROS ESCOLARES.,MEUS FILHOS NÃO SABEM.
2, Maio, 2008 às 2:49 pm(#)
Gostei do seu artigo e gostaria que se aprofundasse mais dando continuidade ao mesmo porque é de suma importância para os pais que realmente se preocupam com seus filhos e seu aprendizado escolar.
Abraço
Celina
2, Maio, 2008 às 10:59 pm(#)
Prezada Janaína
Fico feliz em sabê-la leitora de nossa revista, É um prazer. Você está certa, muitos amigos que leram este artigo vieram conversar comigo sobre a identidade que tiveram com o mesmo pois, como você, tiveram problemas na infância e tiveram o suporte carinhoso e amoroso de seus pais. O fato da família aceitar de forma positiva os limites de seus pequenos, os ajuda mais do que qualquer terapia a ser feita. Para cada caso uma abordagem pedagógica, mas com certeza, a base geral, que move o mundo e as pessoas, é o AMOR.
Um grande abraço, namastê,
Tereza
2, Maio, 2008 às 11:05 pm(#)
Querida Celina
Obrigada pela leitura do artigo e postagem do comentário.
Já estou com outro artigo pronto para a revista, sobre alfabetização, na mesma linha de raciocínio deste primeiro artigo.
Acredito que se os pais fossem melhor orientados pelas escolas de seus filhos, muitos problemas surgidos no processo de aprendizagem poderiam ser minimizados.
Trabalhei muitos anos como Diretora de Escola, na prática, vivenciei alguns mitos sobre o “como” a criança aprende, baseados em antigas crenças em educação, hoje não mais aceitas.
Acredito, firmemente, no poder da informação.
Grande abraço, namastê,
Tereza
22, Maio, 2008 às 8:30 pm(#)
Gostei muito do seu artigo, gostaria que desse continuidade ao assunto, muito me interessa, pois estou pesquisando sobre o assunto para minha monografia, se puder, gostaria que me indicasse autores que possam está ajudando na minha pesquisa.
Obrigada.
Um abraço.
18, Junho, 2008 às 3:04 pm(#)
Oi, querida Maria
Desculpe-me o atraso da resposta, fiquei envolvida com correções de provas e trabalhos. Mas creia não costumo atrasar respostas.
Para que possa me redimir dessa falta deixo o meu e-mail tereza@terezinhamachado.com para que possa responder com a lista de autores pedida por você. São muitos os autores que pesquisam essa temática.
Enquanto não resolvermos o problema das indicações, para lhe adiantar um pouco , indico que faça uma visita ao meu site sobre Educação, lá há diversos artigos, inclusive sobre o que me pediu: http://www.terezinhamachado.com
Grande abraço, namastê,
Tereza
19, Outubro, 2008 às 10:06 pm(#)
olá, queria que aprofunda-se mais sobre o assunto, eu tenho uma amiga, que tem uma filha com essa dificuldade, e queria muito poder ajudar ela… Gostaria que vc falasse mais sobre esse assunto, e se puder queria pedir para dá algumas dicas de como devo ensinar a ela, e fazer com que ela, goste de aprender mais e mais… abraçao
22, Outubro, 2008 às 3:51 pm(#)
Amiga, esses problemas são mais comuns do que imaginamos. Muitos têm origem na parte física quando o problema é visão, audição, motricidade ou locomoção. Mas há outros de origem mais sutis, como por exemplo, a questão emocional ou neurológica.
Nem sempre podemos assegurar a origem dos problemas, sem exames ou testes mais aprofundados, porque pode variar de um só foco como pode envolver mais de uma origem.
Nessas horas só mesmo o especialista para nos ajudar. Sou psicopedagoga, e como tal, sinto que de todas as especialidades, a psicopedagogia é a que se encontra no meio do caminho para auxiliar nas diversas origens dos problemas de aprendizagem. Mas ainda há psicólogos escolares, fonoaudiólogos e neurologistas infantis.
Há um artigo, já entregue a Administração da Revista, sobre Alfabetização que dá uma certa continuidade ao texto em pauta.
De qualquer forma, você pode me escrever e relatar o caso mais detalhadamente, o e-mail é tereza@terezinhamachado.com.
Não desanime, para tudo há uma solução.
Abraços, namastê,
Tereza
24, Outubro, 2008 às 1:53 pm(#)
Olá! adorei o seu artigo e, pra falar a verdade foi até um alívio lê-lo, pois hoje estava tentando ajudar minha filha de 4 anos na lição de casa e confesso, perdi a paciência, pois acho que ela tem muitas dificuldades, gostaria de saber qual é a idade que você acha ideal para começar a alfabetização?
24, Outubro, 2008 às 4:39 pm(#)
Oi, Lilian
Obrigada pelo elogio.
Fico feliz em poder compartilhar o pouco que sei com as pessoas em geral. Família com criança em idade escolar, na Educação Infantil, confesso é o meu fraco na área de Consultoria Educacional. Afinal dediquei minha vida ao Magistério e fui Diretora de Escola por mais de vinte anos, hoje leciono no Ensino Superior, além da Consultoria em Educação, elaboro Projetos Educacionais e Culturais para as Empresas.
Mas vamos ao que interessa, a alfabetização, na verdade, inicia quando o bebezinho começa suas trocas com o meio ambiente, ainda na barriga da mamãe, pois a aprendizagem nada mais é do que a troca entre pessoas de algum conhecimento. Ao nascer, o bebê por instinto agarra qualquer coisa que esteja ao alcance de suas mãozinhas. Se encostar em sua boca , novamente o instinto o fará sugar, que é um ato reflexo que lhe garantirá a sobrevivência pela amamentação.
Dessa forma, a criança quando entra na escola já traz uma “leitura do mundo”, segundo Paulo Freire, pois na verdade, segundo o mesmo autor, não existe “analfabeto oral”.
Estimular, aguçar a curiosidade, prover jogos, computador, passeios, idas a cinema, museus, leitura de revistas, jornais e livrinhos de história, tudo isso colabora para ampliar a bagagem cultural da criança. Trabalhar limites, valores, amor à natureza, compartilhando com ela a observação do ambiente que a cerca fará desta criança um vencedor! Acredite. Não precisa ensinar, seja mãe, seja companheira no máximo que puder. Verá que sua filha terá um desenvolvimento tranqüilo, feliz e produtivo. O maior “truque’ da família para ajudar seus pequenos na escola é lhes dar muito amor e afetividade para que possam ter auto-estima.
Obrigada pela confiança de pergunta tão importante.
Abraços,
Tereza Machado
24, Outubro, 2008 às 8:40 pm(#)
Obrigada!!!
8, Novembro, 2008 às 10:13 pm(#)
Adorei a matéria,e gostaria muito que tivesse continuide. Tenho uma filhinha de 6 anos, que segundo tem um atraso neutrologico. Se você puder fale mais sobre esse assunto também. Desde ja agradeço.
e mais uma vez parabéns pelo iniciativa…
17, Novembro, 2008 às 10:57 am(#)
Prezada Selma
Bem-vinda à nossa coluna. Seu pedido será brevemente atendido pela Revista.
Toda criança merece ser amparada e atendida afetiva, emocional e educacionalmente.
Procurar entender o que acontece com a criança que não tem a aprendizagem compatível com a sua idade cronológica é um desafio para todos nós, pais, professores e sociedade em geral.
Afinal, a educação é um direito de todos assegurada pela Constituição Federal. Portanto devemos cuidar também das crianças com qualquer tipo de dificuldade na aprendizagem.
Conte com o meu apoio no que puder ajudar.
Obrigada pelo comentário.
Abraços,
Tereza Machado
18, Janeiro, 2009 às 10:56 pm(#)
Tereza,
Gostei muito do seu artigo e gostaria de pedir sua auotrização para publicá-lo num jornal do qual eu participo ( folha adventista).Nós fazemos um trabalho voluntário nele, com o objetivo de informar melhor as pessoas sobre temas atuais e também levar a mensagem de Deus.
Veja um pouco sobre nós no sit: folhaadventista@hotmail.com
obs.Aguardo sua resposta.
22, Janeiro, 2009 às 11:25 am(#)
Prezada Marleide
É com muita alegria que recebo o seu convite.
Com educadora o meu interesse é socializar o conhecimento, o objetivo é informar e manter as pessoas em condições de direcionar a educação de seus filhos sem passarem por maiores problemas que possam gerar frustrações nos nossos pequenos.
Você tem a autorização de reproduzir este texto. Se interessar à Folha Adventista, será um prazer colaborar com o Projeto de vocês sempre que necessitarem.
Uma dúvida, vocês têm também a versão impressa da Folha?
Abraços,
Tereza Machado
11, Fevereiro, 2009 às 3:43 pm(#)
Tereza,
Sou estudante de pedagogia e estou no 5ºsemestre.Quero focar meu TCC, sobre didiculdades de alfabetização, pois também passei por esse problema com minha filha que tinha muita dificuldades na alfabetização, esse foi um dos principais motivos a fazer esse curso, e hoje tenho aprendido muito ,principalmente a importancia da familia nesse processo. Gostaria de saber se é um tema complexo para pedagogia, ou posso ir em frente? Se possivel me indique livros obrigada giovana
23, Fevereiro, 2009 às 11:42 pm(#)
Oi! Adorei o seu artigo e gostaria que vc me ajudasse, tenho duas filhas de 7 anos gemeas e uma já sabe ler, a outra nao sabe ler nada tento ensina-la mas ela nao tem nenhum interesse ao nao ser de brincar, gostaria que vc me orientasse nessa missao. Desde já muito obrigada!!!
24, Fevereiro, 2009 às 5:47 pm(#)
Oi, Islaine, obrigada pela leitura do texto.
Fica um pouco difícil, sem maiores dados falar algo que possa lhe ajudar a distância, mas tentarei. Se precisar de maiores orientações, escreva direto para o meu e-mail, se assim achar melhor.
Islaine, crianças são diferentes, não importa que sejam irmãs ou mesmo gêmeas.
Além de terem níveis de amadurecimento em tempos diferentes, apesar de conviverem com o mesmo “mundo real”, cada uma desenha seu próprio mundo a partir de seu imaginário.
O melhor a fazer é deixar que cada uma siga seu proprio ritmo de desenvolvimento.
Se uma ainda precisa de um tempo maior para brincar, lembre-se de que é disso que ela está necessitando, segundo Piaget, “brincar é a forma da criança entender e aprender o mundo do adulto”.
Muitos fatos podem estar no pano de fundo da não-aprendizagem de uma das gêmeas. Talvez um bom início fosse fazer um diagnóstico com um(a) psicopedagogo(a) ou psicólogo(a).
Pode iniciar fazendo uma visita ao Pediatra de sua confiança e procurar uma indicação para fazer o diagnóstico sobre a aprendizagem.
Importante é demonstrar sua preocupação com ela, porém sem ansiedade. A criança fica mais ansiosa quando percebe que os pais esperam dela o que não pode dar no momento.
Estamos iniciando, praticamente, um novo ano letivo, sem fazer comparações, procure encorajar e amparar sua pequena filha. Quanto maior for o auxílio, sem cobrança, com muito amor, você verá que em breve obterá novos resultados.
Boa sorte, grande abraço,
Tereza Machado
26, Fevereiro, 2009 às 7:30 pm(#)
tenho 04 netos, cada um tem seu jeito especial de apreender, tem um especial que naõ consegue se alfabetizar aos sete anos.
Gostaria que desse continuidade, ao assunto bastante interessante
abraços
avozanna.
1, Março, 2009 às 7:43 pm(#)
Prezada Osana
Você tem a sabedoria das avós, sabe que as crianças são diferentes e que cada um tem seu próprio jeito de aprender.
Sete anos é uma boa idade para a aprendizagem, entretanto pode ser que seu netinho ainda precise de mais um tempinho.
Sempre recomendo que antes de qualquer coisa, deve ser buscado um diagnóstico pedagógico sobre a situação da criança. Após esse primeiro passo, o profissional poderá orientar melhor sobre a especificidade de aprendizagem.
Até lá, muito amor e paciência. Por vezes, a atenção, o carinho são os melhores remédios.
Quanto à continuação do tema em outros artigos, já encaminhei ao Diretor de Redação da Revista. Assim que ele achar conveniente, fará a publicação.
Boa sorte, grande abraço,
Tereza Machado
18, Março, 2009 às 10:15 pm(#)
Adorei sua explicação sobre este tema.Gosataria de saber como posso atuar em sala com dois alunos que não estão acompanhando a turma. Eles parecem não entender o que falo durante as atividades.Teve hm dia que um deles me apintou a letra B na folha em branco.
Se você puder dar algum comentário sobre isso eu agradeço muito.
cris
20, Março, 2009 às 9:48 am(#)
Oi, Cristina
Obrigada por seu comentário.
Seria muito extensa a resposta ao que me perguntou, pois teria que saber se foi feito um diagnóstico do nível de desenvolvimento dessas crianças. Geralmente, quando a dificuldade ultrapassa o fazer pedagógico, faz-se necessário um diagnóstico de outros profissionais. Pode ser um psicopedagogo, fonoaudiólogo ou mesmo psicólogo infantil para fazer um relatório dos probemas observados em sala de aula.
Sem saber exatamente qual o problema dos alunos que podem ir desde um déficit de atenção a problemas orgânicos como deficiência de audição, motora ou visual, ficaria difícil eu lhe ajudar.
Caso você queira enviar novas informações, poderei lhe responder por e-mail.
Aguardarei, boa sorte.
Grande abraço,
Tereza Machado
6, Junho, 2009 às 12:33 am(#)
Concordo com tudo que foi dito. Trabalho com crianças carentes e que não tem um acompanhamento adequado dos pais.O que fazer com uma criança de 11 anos que apresenta muita dificuldade em todos os conteúdos e que não pode contar com ajuda nenhuma da família?
6, Junho, 2009 às 11:41 am(#)
Oi, Vanete
Amiga, essas questões de não-aprendizagem, para nós, que somos educadoras e que temos a atualização pedagógica como norte em nossas vidas profissionais, aponata que algo não vai bem no desenvolvimento da criança.
Infelizmente, muitas pessoas formam famílias, têm filhos, mas sem nenhum conhecimento sobre educação de crianças. Por vezes, como no caso citado por você, o educador se depara com a dificuldade e não consegue sensibilizar a família para que dê o atendimento que o caso requer. Não é por mal, não é desamor, mas falta de conhecimento sobre o assunto.
Cabe a nós não desistir jamais. Afinal, essa e outras crianças só podem contar com a nossa insistência para que a família procure um profissional para diagnosticar e auxiliar em seu desenvolvimento.
Criei um programa no You Tube “Tudo em seis minutos”, com o objetivo de refletir sobre os variados problemas educacionais. O primeiro fala sobre a mudança do vestibular, os próximos serão sobre alfabetização e dificuldades de aprendizagem.
Obrigada por sue comentário.
Forte abraço,
Tereza Machado
12, Junho, 2009 às 2:20 pm(#)
Olá Tereza!!!
Gostei do seu artigo e gostaria que se aprofundasse mais dando continuidade ao mesmo porque me interessei muito.
Abraço Raquel
21, Julho, 2009 às 8:04 pm(#)
Oi Tereza!!!
gostaria que se aprofundasse no assunto, sou universitária de pedagogia, estou no 3°ano e penso em fazer minha manografia sobre o assunto, gostei muito do seu artigo. BJOS
22, Julho, 2009 às 10:50 pm(#)
Prezada Raquel
Existem outros artigos que dão continuidade a esse.
Escreva para o e-mail tereza@terezinhamachado.com e eu darei o link onde poderá encontrar todos os meus artigos sobre Educação.
Obrigada pela visita e pelo comentário.
Abraços,
Tereza Machado
22, Julho, 2009 às 10:52 pm(#)
Oi, Daniela
Prazer em receber sua visita e seu comentário.
Existem outros artigos que dão continuidade a esse.
Escreva para o e-mail tereza@terezinhamachado.com e eu darei o link onde poderá encontrar todos os meus artigos sobre Educação.
Obrigada pela visita e pelo comentário.
Abraços,
Tereza Machado
18, Agosto, 2009 às 9:27 am(#)
Meu filho tem dificuldades na aprendizagem desda infância.hoje ele tem 18 anos e não consigo tratamento pra ele aqui em salvador por causa da idade
22, Agosto, 2009 às 1:23 pm(#)
Prezada Simone
Obrigada por compartilhar com os leitores da revista o seu problema.
Dificuldades de aprendizagem têm várias origens. Se seu filho fosse ainda uma criança diria que o pediatra de confiança seria o primeiro especialista a ser consultado. Após o pediatra, teríamos um grande leque de especialistas que poderiam fazer um diagnóstico multidisciplinar, cada um contribuindo com o seu conhecimento sobre a dificuldade de seu filho.
Alguns casos são relativamente fáceis, embora preocupantes: problemas na visão ou na audição não permitem que a criança tenha seus sentidos por inteiro no processo de aprendizagem.
Há problemas mais sérios, embora com tratamentos: dislexia, dislalia, discalculia, dosortografia, que são tratados com fonoaudiólogas , podendo o tratamento ser em conjunto com os psicopedagogos.
Há alguns transtornos mais conhecidos atualmente, como a hiperatividade, bipolaridade e outros. Nesses casos, um bom neurologista é capaz de fazer um diagnóstico preciso. Temos, ainda , casos de desvios de comportamento, que são atendidos pelos psicólogos.
Gostaria que não perdesse a esperança. Mesmo já no fim da adolescência, esses profissionais podem ser consultados. Salvador é uma capital que possui recursos para esses casos.
Tente, nunca se abata pelas dificuldades encontradas.
Principalmente, seja afetiva com seu filho, ame-o muito e diga isso a ele, que seu amor não depende de sua aprendizagem.
O lado afetivo contribui muito para a melhora dos sintomas.
Obrigada por me escrever. Se quiser ler mais sobre o assunto, escreva para tereza@terezinhamachado.com e enviarei outros links de artigos que escrevi sobre o tema.
Grande abraço,
Tereza Machado
15, Outubro, 2009 às 1:51 pm(#)
Olá Tereza!
Tudo bem??
Então tenho um sobrinho de 7 aninhos,e ele ainda n aprendeu a ler :(.Sendo q crianças da idade dele já leem,fico preocupada pois a mãe dele tbm tinha dificuldades com o aprendizado,o que vc me aconselha?
Acontece assim mesmo como diz no texto,é só começar a fazer tarefa e ele já dá um sono,sede e agora coloquei no reforço,o que vc acha???
15, Outubro, 2009 às 6:38 pm(#)
Oi, Keila
Sempre recebo com muito carinho as mensagens dos leitores. Obrigada pela visita.
Em relação a seu sobrinho, a questão é o contexto em que se insere essa dificuldade.
Entendo que o reforço possa ser positivo quando se já tenha um diagnóstico.
Algumas dúvidas: já foi consultado algum especialista, de que área? Esse reforço é dado por quem? Quem acompanha o trabalho deste profissional?
Sem um diagnóstico que indique a intervenção de um especialista, o reforço apenas de conteúdo pode piorar a situação, se a criança necessitar de um acompanhamento de um profissional específico.
Se ele não melhorar na aprendizagem pode criar mais ansiedade para ele e para a família, além de mexer com sua auto-estima.
Se tiver mais dúvidas, pode escrever para tereza@terezinhamachado.com.
Boa sorte, invista na educação de seu sobrinho.
Abraços,
Tereza
2, Novembro, 2009 às 8:38 pm(#)
Olá!
Tereza tudo bem?
Meu filho tem 5 anos, e está cursando a pré-alfabetizção. Desde o começo do ano venho observando que ele não acompanhou o apredizado como os demais colegas, pois enquanto os colegas liam palavra ele ainda não conheciam o alfabeto, a meu modo fui tentando caprichar na ajuda da tarefa de casa..pra ver se estimulava ele, mas ele não aceita, pedi ajuda pro meu marido pra fazer a tarefa com ele pra ver se insentiva ele. Mas tamb´m não aceita ele não vr alegria em aprender aler .. se agente força conversa sobre o assunto ele foge já chegou ate a me dizer que não quer aprender a ler… Ele é super inteligente entende sobre tudo e curioso muito esperto e bom ressaltar que ele não tem dificuldades com os numeros. Ele está em uma escola pública municipal, onde trabalho sou professora da segunda fase do ensino fundamental…. Estou muito agustiada pois já tentei ajudar de muitas formas mas não tive sucesso …tenho tamb´´em outro problema ….a minha colega que é professora do meu filho não está acompanhando a dificuldade dele, veja só outro dia ela passou uma interpretação de texto pra ele…não concordei pois ele não sabe ler, fui conversar ela me garantiu que ele sabe ler é que ler pra ela na sala.. abraços ! o que vc me sugere….? desde já muito obrigada por permiti esse contato….
6, Novembro, 2009 às 3:02 pm(#)
Prezada Fernanda
Desculpe-me pelo atraso em respondê-la, tenho o maior prazer em interagir com os leitores da revista, entretanto meu computador deu um problema e ainda estou utilizando o notbook com o qual não tenho muita intimidade.
Seu caso possui algumas lacunas para o meu melhor entendimento.
A partir do que narrou sobre seu filho, com cinco anos de idade, deve ser para passar pela construção da alfabetização da maneira mais lúdica possível. Tarefa de casa? Só se for algo que a professora tenha passado em sala de aula e que ele possa fazer sozinho. Fico assustada com algumas metodologias utilizadas nas escolas durante a Educação Infantil e Alfabetização. Tarefa de casa não é para “chatear” a criança, o envolvimento da família deve ser o menor possível para atingir o objetivo de um início de autonomia infantil.
Se ele se “nega a aprender a ler” há muita coisa a ser esclarecida.
Algumas perguntas sobrevoam minha mente: ele gosta da escola? gosta da professora? arruma-se com entusiasmo para ir à escola ou demonstra insatisfação ao chegar a hora de aprontar-se para ir à escola.
Para cada uma dessas questões algo deve nos dar uma leitura da situação.
Escreva-me detalhando mais.
Educação Infantil não pode ser chata e cheia de regras. Alguns limites sim, claro que são necessários, mas não ao ponto de desmotivar o aluno.
Dê um espaço maior para seu filho, deixe que ele lhe mostre do que não está gostando na escola, podemos aprender com as crianças a sua lógica. O diálogo franco com os pequenos, quando elas não têm medo da reação dos adultos, costuma ser um excelente ponto de partida para entendermos as suas dificuldades.
Grande abraço, obrigada por sua visita,
Tereza
15, Dezembro, 2009 às 4:18 pm(#)
amiga,ajude-me estou com um grande problema minha filha tem 10 anos e nao consegui ter um aprendizado como qualquer outra criança da mesma idade,pela segunda vez ela foi reprovada por nao tirar boas notas,eu estudo com ela e ela pega algumas coisas mas nao tudo esse ano ela teve q fazer a recuperaçao com provas de 40 questoes e como eu esperava em algumas ela nao conseguil boas notas,ela ficou muito triste a ponto de nao querer comer,chora muito e fala,porque eu nao consigo,mae?,nao queria ser reprovada dinovo e sempre me pede ajuda,como devo ajuda-la.
15, Dezembro, 2009 às 7:14 pm(#)
Prezada Elaine
A tendência natural de qualquer criança é aprender, quando isso não ocorre é sinal de que algo não vai bem.
O primeiro passo deve ser a consulta com o pediatra que trata dela há mais tempo, caso não tenha, procure um que seja de confiança.
O pediatra fará alguns testes, exames e, se perceber algo fora do padrão para a idade dela, certamente, irá indicar outro profissional que faça um diagnóstico mais apurado. São vários os profissionais qualificados para fazerem esta testagem: psicopedagogo, fonoaudiólogo, psicólogo infantil, neurologista infantil. Todos estarão preparados para lhe dar maiores informações do motivo da não-aprendizagem de sua filha.
Entretanto, algo chamou a minha atenção na sua mensagem: prova de quarenta questões? Acho que até eu me assustaria e poderia ficar emocionalmente abalada e bloquear as respostas. Uma das hipóteses que se pode levantar é se a escola que escolheu para a sua filha é a adequada: escola democrática, direção aberta, professores que acompanham o desenvolvimento infantil e que chamam os pais se observarem que alguma cosia não vai bem.
Pergunte a sua filha se ela gosta da escola, da professora, das aulas em si. Ela será seu melhor termômetro. A criança, sozinha, sem a ajuda da escola, não conseguirá efetivar o vínculo positivo com a aprendizagem.
Caso queira dar maiores detalhes sobre sua filha, o meu e-mail é tereza@terezinhamachado,com
Obrigada pela confiança e por ter visitado a revista.
Abraços,
Tereza Machado
21, Janeiro, 2010 às 4:35 pm(#)
OI GOSTEI DO QUE FOI DITO,PASSO POR PLOBREMA COM MEU FILHO ELE VAI FAZER 6 ANOS MES QUE VEM TEM DIFICUDADE EM ESCREVER FICO MALUCA ESPRICAMDO ELE NA ESCOLA A PROFESSORA NÃO FALA NADA , FICO MUITO TRISTE COM ESSA CITUAÇÃO O QUE DEVO FAZER OBRIGADO…
25, Janeiro, 2010 às 8:04 pm(#)
Prezada Andrea
Como você pode ter percebido pelos inúmeros comentários anteriores, a dificuldade na aprendizagem é algo muito comum, infelizmente.
Se a professora de seu filho não deu a você o caminho a seguir para sanar a dificuldade do menino, procure a Direção Pedagógica da Escola. A Direção poderá tirar suas dúvidas.
Ele é bem novo, quanto mais cedo você iniciar a procura de uma solução para o caso dele melhor. As crianças são diferentes e têm problemas diferentes.
Se não sentir segura, procure um bom pediatra e converse com ele, ele vai saber orientá-la.
Boa sorte, querida, abraços,
Tereza
14, Fevereiro, 2010 às 9:18 am(#)
Olá
tem uma filha de 5 anos ela estudo 2 anos no emei da prefeitura e hoje ela esta estudando em uma escola particular eu o problema é que ela sai do emei sem saber fazer nada só sabe escreve o nome dela de trás para frente porque ela e canhota e eu estou tendo muito problema com ela não quer ira para a escola todos os dias chora não quer entrar na escola,invenda uma descupla sempre fala que não tem amiguinhas pelo o que percebi ela se sente inferiorizada porque disse que a professora elogia sua coleguinha sempre porque ela termina a lição mais rápido e ela não e com isso ficou super chateada não sei o que fazer não sei se e é chantaje da parte dela. Será que preciso procurar alguma ajuda por favor me ajude não sei mais o que fazer.
22, Fevereiro, 2010 às 3:35 pm(#)
Estou muito preuculpada com minha sobrinha ela tem sete anos e não estar conseguindo ler como as outras crianças.Queria uma orientação de como proceder,a quem procurar,se uma consulta com a fonodiologa é valido?
Ela toma aula de reforço a quase dois anos.
Nas atividades que tem calculo ela sempre se sai muito bem e tem mais facilidade de apredizado.
Desde já agradeço,
Gabriella
12, Março, 2010 às 11:18 am(#)
Bom dia
Gostaria de saber oque devo fazer , meu filho tem 8 anos e repetiu de serie . ele esta na segundo ano do ensino fundamental antiga primeira serie ele tem dificuldade de aprendizagem , somente na escola pois é muito inteligente qundo se tange a jogos eletronicos etc..
gostaria de ajuda devo procurar um espicialista ?
que tipo de especialista?
Meu filho tem dislexia?
estou nervosa e angustiada, me ajude
20, Março, 2010 às 2:09 pm(#)
Ola, não é um comentarios e sim uma informação,
tenho uma amiga que tem um filho ja com 15 anos,
e pelo fato dela trabalhar para o sustento da casa,deixou de ver que o filho tem um defit de
atenção, não tem cordenação para escrever ele mesmo escreve mais não entende, tem varias reclamções dos professores na escola publica, acho que pelo fato dele ter esta dificuldade de aprendizagem, faz com que ele chama a atenção de outra forma, sei que ela esta sofrendo muito com isto gostaria de saber se a Sra. conhece uma escola publica na zona norte para criança com este problema.pois não adianta na normal não tem jeito. me ajuda por favor
31, Março, 2010 às 11:09 am(#)
Teresa
Li seu artigo, e de fato, é tudo muito verdadeiro.
Mas o que faço, se meu tempo e do meu marido são curtos?
Parece que não conseguimos nos adaptar a uma criança na casa ainda. E ele já tem 9 anos. Meu filho tem dificuldades sérias em matemática, na escola. E sei que cedo ou tarde ele vai reprovar. Ele não gosta da disciplina. Ele é muito dedicado e etudioso, mas chega na prova é só 2, 3. Pra mim, que sempre fui super estudioso e nunca peguei recuparaçao e aé hj amo estudar, tá sendo uma barra. Procurei ajuda de uma psicóloga, que só me disse que preciso dar um jeito e arranjar tempo. To no meu limite. o que posso fazer?
2, Abril, 2010 às 6:13 pm(#)
Ola adorei o que li.Estou fazendo meu trabalho de graduaçao relativo a vinculo e apredizagem ,se tiver algum material adoraria receber a colaboração. Um abraço.
25, Abril, 2010 às 12:12 am(#)
Boa noite Tereza, estou com muitas dificuldades nos estudos da minha filha.
Ela tem 10 anos e esta na quinta serie, mas as notas num modo geral estão muito baixas e ela terá que refazer quase todas as provas agora, antes de iniciar o segundo bimestre. Eu estudo junto com ela para animá-la e aumentar sua auto estima, mas ela parece não dar a minima, se eu não pedir para ela fazer as tarefas ela não faz, chegou ao ponto de vir anotação da escola pela falta da tarefa.
Minha mulher e eu ficamos por varias vezes nervosos com a situação, estamos nos esforçando para ajuda-lá mas pareceem vão.
Acho que estamos no caminho errado, creio que as dificudades dela são outras e ainda não sabemos quais são.
Estamos desesperados porque parece que ela também ja esta estressada com a situação.
Nos ajude por favor. 25/04/2010 - 00:11 hrs
28, Abril, 2010 às 9:20 am(#)
meu filho tem dificuldade no aprendizado, mas à pouco começou demonstrar,não sei oquê fazer,como posso ajuda-lo.
1, Maio, 2010 às 11:16 am(#)
Grande amiga Tereza!
Ainda bem que Deus cruzou nossos caminhos,nada acontece por acaso, nenhuma folha cai da árvore sem que Deus não queria.
Adorei teu comentário sobre as dificuldades de aprendizagem e principalmente o envovilmento das famílias neste processo.
Mas Tereza,quando se trata de alunos “especiais” as famílias são mais especiais, do que os próprios alunos,elas não tem estrutura básicas necessária para entender aquele filho,eles são “levados”como um objeto sem utilidade, isto me deixa fádiga,geralmente as famílias levam para a escola e deixa tudo para nós educadores ensinar desde os bons hábitos até a independencia normal de usar um banheiro como por exemplo.Geralmente as famílias muito carentes sem muita estrutra tanto emocinal como financeira.Minha dúvidas como envolver este pais neste processo de aprendizagem se a maioria não vão na escola nem por Decreto?Ficando omissos a tudo, apenas mandam os filhos para a escola,crinaças doentes com resfriados,febre,viroses,mesmo assim eles vão, tenho a senssação de que a escola para eles é um depósito de filhos onde eles podem trabalhar o dia todo traquilo e durante o período eles não tem aquela preocupação como nós educadores temos e nossa escola são de 8h onde ele deve ser educado desde os princípios básicos?Grata!
18, Maio, 2010 às 7:58 pm(#)
Oi li seu artigo sobre dificuldade de aprendizagem,gostei muito.Estou fazendo meu TCC sobre “Dificuldade de aprendizagem e auto -estima.”Gostaria de saber mais sobre o assunto.Obrigada pela atenção.Abraços
24, Maio, 2010 às 1:53 pm(#)
Bom dia tenho um filho com 6 anos de idade,quando tinha 1ano e 2 meses teve uma convulsão por febre e depois algumas outras somente com febre ele usa fralda fala enrolado,não sei sabe as vezes vc pergunta uma coisa ele responde o carro bateu as veze s da a entender que ele não entende o que falamos com ele,tudo pra ele e carro ele passa com neuropediatra na santa casa mas não sabem dizer o que e,eu gostaria de saber se meu filho vai falar normal aprender normal de uns tempos pra ca a fala melhoro bastante todos que veem dizem nossa como ele ta mais esperto na escola dizem que ele faz tudo como as outras crianças,preciso de um conselho pois choro todos os dias por nao poder fazer nada so gostaria de ter a certeza que meu filho pode ter uma vida normal trabalhar estudar e etc muito obrigada abraços!!!
31, Maio, 2010 às 6:37 am(#)
bom dia . estou desesperada nmão sei o que faser . minha filha tem 7 anos ela é de 11/09/2002. esta tendo muita dificuldade na leitura . não sei mais o que eu faso .para ler uma palavra ela tem que relembrar a familia todinha para falar a palavra . não sei como fazer para ajudar minha filha por favor me ajude
8, Junho, 2010 às 10:05 pm(#)
Olá, Boa noite. Sou aluna de pós em Psicopedagogia e em um de meus trabalhos preciso fazer um questionário a um Psicopedagogo, e como não conheço nenhum, gostaria de saber se pode me ajudar e responde-lo. caso possa, lhe envio por e-mail. obrigada.
24, Junho, 2010 às 11:32 am(#)
Gostaria muito de saber sobre este assunto pois estou tendo dificuldades com minha sobrinha nesta area preciso de ajuda.Amei o que li e tudo o que precisava. Vocês podem me ajudar, por favor.
9, Julho, 2010 às 10:39 am(#)
oi eu gostaria de saber se esse artigo tem publicação em revista? qual?
abraço.